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Kratos - História e interpretação

domingo, 21 de novembro de 2010

História de Kratos em três partes segundo a Wikipédia:

Parte 1:

Kratos, primeiramente, era um guerreiro de Esparta. Bastante violento e sanguinário, não demonstrava receio algum por travar uma batalha. Graças à eficiência da sua crueldade durante numerosas guerras e à sua habilidade em manejar com qualquer arma, veio a destacá-lo entre os outros guerreiros e rapidamente se torna num dos melhores combatentes do exército espartano. Tendo depois começado com um exército de apenas cinquenta guerreiros a seu comando, em breve iria ter milhares de seguidores sob suas ordens.

Ele nunca fora derrotado em batalha, mas nunca esteve tão perto da derrota na luta em que enfrentou o destemido Rei dos Bárbaros e o seu exército de bárbaros em número visivelmente superior. Ao fim de várias horas de intenso combate e vendo o seu exército ser vencido, e a sua morte próxima, Kratos faz um pacto com o deus da Guerra, Ares, para que este venha em seu auxílio, em troca da derrota de seus inimigos e a salvação do restante de seu exército ele dedicaria o resto de sua vida as causas do deus da Guerra. Assim Ares fez com que Kratos, apodera-se de uma das armas mais cobiçadas por todos os grandes guerreiros, as Blades of Chaos (em português: Lâminas do caos), que são lâminas presas para sempre aos seus braços por correntes em brasa, como uma marca permanente do seu compromisso para com o deus, e as usa para ganhar a batalha que se encontrava na derrota iminente. E como pagamento pela derrota de seus inimigos, Kratos torna-se no melhor e no mais fiel servo do Deus da Guerra

Agora, como escravo do Deus da Guerra, Kratos tornou-se ainda mais violento, mais destrutivo e ainda mais temido. Apesar de fazer tudo o que Ares lhe ordenava, nunca era suficiente para satisfazer o ambicioso Deus, pois com Kratos, Ares quis criar o guerreiro invencível, ou seja, o campeão dos deuses, e havia algo que impedia Kratos de se dedicar única e exclusivamente as ganâncias de Ares: sua mulher e filha.

Sob a loucura e a sua sede de sangue, Kratos, numa noite em que cumpria a missão de destruir uma aldeia e seus habitantes nos arredores de Atenas que, segundo a informação de Ares, tratava-se duma localidade onde havia algo oculto que ameaçava a sagrada cidade. Mas, enquanto que Kratos sempre fizera durante a sua vida de escravo um serviço leal para com Ares, foi atraiçoado numa armadilha montada pelo próprio Amo.

Dentro de um misterioso e sagrado Templo da aldeia, pelo qual era vigiado pelo Oráculo da aldeia, e construído para os moradores em honra da deusa Atena, era o local onde se guardava o terrível segredo que viria a perseguir Kratos para sempre. O guerreiro espartano, e servo de Ares, é avisado pelo Oraculo do Templo que iria se arrepender amargamente se ali entrasse. Contudo, ignorando o aviso do Oraculo Kratos irrompe pelo Templo adentro esquartejando indiscriminadamente toda a gente que lá se encontrava, mas é aqui que comete do seu terrível erro. Apesar dos avisos do Oráculo da aldeia e ignorando a sua própria intuição em que nunca deveria entrar naquele Templo, vê nas suas lâminas o sangue do horrendo crime que cometera, uma chacina que nunca se viria a esquecer. Estendidos no chão do Templo jazia a sua família que se encontravam entre os moradores da deusa; Kratos matara a mulher e a filha.

Agora, não existia nada que interferisse Kratos por se dedicar inteiramente ao serviço do deus da Guerra, porém, Ares não contava que uma violentíssima criatura como Kratos pudesse ter um coração tão cheio de amor pela sua mulher e pela sua filha. Foi uma traição injusta que Kratos, solenemente, jurou a Ares que um dia o deus se iria arrepender pelo que lhe tinha feito.

Kratos crema os corpos de sua mulher e filha, e as cinzas que se soltavam das chamas que queimavam os corpos espalhavam-se pelo ar agarrando-se ao corpo de Kratos, revestindo sua pele de branco, para que todo o mundo pudesse ver o crime que ele cometera e a pesarosa lembrança do pecado lhe ficar, para sempre, enraizada no espírito. Carrega no seu corpo a própria morte da família e nasce assim, neste momento, a lenda do Fantasma de Esparta.

Parte 2:

A história continua.Kratos,como novo Deus da Guerra,auxilia Esparta em prejuizo das demais cidades que adoram outros deuses,Atenalhe adverte para as consequencias de seus atos,mas Kratos a ignora. Após Kratos descer do Olimpo para ajudar seus guerreiros espartanos a destruir a cidade de Rodes (onde se encontrava uma das sete maravilhas do mundo antigo, o Colosso de Rodes), Zeus, transformado em passaro e sem escolhas, retira pouco do poder de Kratos e o deposita em uma estátua gigante (o Colosso de Rodes),como punição por Kratos haver desobedecido Atena. Kratos, com muita raiva e acreditando ser Atena a responsável , vai em busca de derrotar o Colosso para provar para os Deuses do Olimpo que ele merece ser um deus. Nisso, Zeus, num aperente gesto de generosidade, oferece a Kratos uma incrível arma usada na guerra contra os titãs, The Blade Of Olimpus (A Espada do Olimpo). Somente com ela Kratos conseguiria derrotar o Colosso. Este, ao ser derrotado pelo Espartano,a mão de Rodes cai em cima de Kratos, quebrando sua Armadura de Deus. Então, Kratos muito fraco e percebendo que, ao depositar o que restava de seus poderes divinos na arma Sagrada do Olimpo havia retirado toda a sua divindade, é surpreendido por Zeus, que revela que fora ele quem jogou os poderes do guerrreiro ao Colosso e o mata com a Blade of Olimpus dizendo que o ciclo terminaria ali... Então após Zeus ir embora com a Blade of Olimpus, mãos infernais levam o corpo de Kratos para as profundezas do inferno. Então Kratos ainda "meio morto" começa a ter alucinações, de várias pessoas dizendo para ele resistir. É Gaia, a mãe dos Titãns, que fala para Kratos se vingar dos deuses por eles, encontrando as 3 Sisters of Fate (Irmãs do Destino) e revertendo o passado. Nisso, Gaia cura Kratos, que sobe de volta para onde Zeus o matara, e pronto para seguir, com o apoio dos Titans, o caminho de seu destino "a bordo" do Pégasus, o cavalo alado.

Kratos monta no Pégasus e voa em direção ao templo das Sisters of Fate. Na metade do caminho, Kratos é derrubado por um inimigo que voava em um grifo então Kratos recupera o equilíbrio e voa para dentro de uma caverna, a caverna de Tifão, Titã dos Ventos. Em uma das mãos de Tifão, estava acorrentado Prometeu, imortal destinado a ser consumido todos os dias por um pássaro por ter roubado o fogo do Olimpo e dado aos mortais. Prometeu pede para que Kratos mate ele na fogueira que estava ali em baixo, mas ao tentar arrebentar as correntes, Prometeu fica pendurado pelo pescoço sobre o fogo do Olimpo. Kratos vai em busca do Titã Tifão que diz não querer ajudar Kratos, mas mesmo assim Kratos pula no olho de Tifão e arranca um arco mágico, The Tiphon's Bane. Então ele usa o arco para arrebentar a corrente que segurava Prometeu, que cai no fogo do Olimpo e finalmente morre. As cinzas de Prometeu dão a Kratos um novo poder, The Rage of the Titans (A Raiva dos Titãs). Kratos pega seu pégasus e voa novamente em direção ao templo das irmãs do destino.

Mas não só Kratos desejava ver as irmãs. No templo (ilha), o espartano encontra Teseu, que matou o Minotauro de Creta, Perseu, outro herói Grego e Ícaro, que na tentativa de deter Kratos se joga com ele em direção ao Submundo. Porém o que ocorre é que Ícaro acaba perdendo suas asas para Kratos, que estabiliza-se a ponto de evitar o inferno mas não um reencontro com Atlas, a quem (no jogo Chains of Olympus)aprisionara no tormento de carregar o mundo em suas costas. Porém agora Kratos estava com Gaia e os Titãs, e Atlas logo se lembra da poderosa arma (Blade of Olimpus) que Zeus usou para vence-los, por isso "emerge" Kratos de volta à superfície e o ajuda cedendo-lhe a magia "Atlas Quake", uma magia mortal capaz de causar terremotos devastadores, matando facilmente seus inimigos

Depois de progredir um pouco em sua jornada, alcançando o "The Palace of The Fates" (Palácio dos Destinos, onde residem as irmãs do tempo), Kratos descobre que Esparta fora arrasada por Zeus e por isso perde as esperanças, acreditando que jamais venceria Zeus. Porém, motivado por Gaia, segue seu caminho e enfim encontra as irmãs do tempo, uma a uma. Primeiramente, surge de seu trono Lahkesis, arrogante, garante que Kratos não conseguirá alterar seu destino. Após um primeiro confronto, surge Atropos, a segunda irmã, que leva o herói ao final do primeiro game, quando Kratos está prestes a usar a espada do "Temple of Oracle" para derrotar Ares. Na tentativa de destruir a espada, e assim a última chance de kratos de destruir o deus da guerra, Atropos é facilmente derrotada, o mesmo ocorre com Lahkesis.

Depois de acabar com as duas primeiras irmãs, Kratos se depara com a terceira: Um monstro disforme com muitos seios e braços mortais. Dela, o espartano ganha um aviso: se ele persistisse com suas ações, destruiria todo o existente. Kratos não dá ouvidos a Clotho (nome da terceira irmã) e acaba por elimina-la também. Ao acabar com as três irmãs do tempo, Kratos passa a ter poder sobre este, possibilitando que ele volte ao exato momento em que Zeus o matava para tomar-lhe a espada (Blade of Olimpus) e iniciar um cronfronto mortal: o deus dos deuses fora desafiado.

Após muito lutar, Zeus lança uma tempestade de raios sobre Kratos, que finge entregar-se, mas aproveitando-se de um descuido da divindade, contra golpeia brutalmente e prepara-se para desferir o golpe final com a sagrada espada. Nesse momento surge Atena, que para proteger seu pai lança-se entre ele e Kratos, que não pode evitar de impala-la e assim matar mais uma divindade, enquanto Zeus fugia ainda vivo.

Antes de morrer, Atena explica que fez aquilo pois se Zeus caísse, também todo o Olimpo cairia e seria este o fim dos deuses. Também disse que o pai que Kratos nunca conhecera era Zeus e que este temia que, assim como fizera com Cronos, Kratos tomasse seu lugar no Monte Olimpo.

Furioso por ter matado a única divindade pela qual nutria algum carinho e em posse da arma mais poderosa do universo (Blade of Olimpus), Kratos parte com os titans rumo ao Olimpo para pôr fim a era dos deuses.

Parte 3:

O jogo começa com Kratos nas costas de Gaia subindo o monte Olimpo para auxiliar na Titanomaquia quando os deuses, menos Zeus decem do Olimpo para impeder os Titãs. Poseidon manda o Leviatan deter Gaia. Após derrotar Leviatan e Poseidon, Kratos acha Zeus, porém, não consegue fazer frente a seu poder e é traído por Gaia e acaba caíndo no Rio Estige, no Mundo Inferior, onde tem seus poderes roubados pelas almas pecadoras e suas armas voltam para o básico. Então, ele encontra o espírito de Athena, que transforma as Blades of Athena( evolução das Blades of Chaos) em "Blades of Exile"( Lâminas do exílio). Então Kratos vai em busca dos outros deuses. Kratos mata os Deuses com cada vez mais brutalidade. Quando chega até Hera, os dois conversam. Depois Hera chama Hércules para derrotar Kratos, depois de matar o semi-deus,Kratos pega suas armas (as luvas chamadas "Cestus"). Ao final de tudo, após matar Zeus de vez, Kratos ouve de Athena que ele é o mais próximo de um Deus que restou, e ele diz para Athena que a época dos Deuses acabou, e com isso , ele se suicida com a Blade of Olympus, dando fim (ou não) à saga God of War

A saga God of War mostra que, um filho de Zeus se rebela contra o pai, basciamente a história de Lúcifer. Kratos se rebela contra todos os deuses e normas do Olimpo se aventurando para conseguir matar Zeus.

5 comentários:

Rafa Freire disse...

gostei muito me ajudou no dever de história, porém existe um único Deus, Jeová. Kratos é um deus da mitologia e tem a primeira letra da palavra deus minúscula. Valeu

Rafael Vinycius disse...

eu adorei principalmente no final uma bela lição e eu tenho 9 anos e já zerei o 1 e 2 e to zerando o 3 com meu primo de 25 pra cima...uma bela lição.

aragonez disse...

Que mente criou tão belas histórias?Ou elas existiram mesmo?Há o Livro de Enoque, ele é considerado apócrifo pela religião, nele você encontrta relatos sobre espírios superiores que aqui coabitaram e copularam com mulheres.O termo mitologia, já considera por si a inexistência desses espíritos superiores(deuses), mas eles existiram, podem até ter sido fantasiados pela mente humana em sua aplicação, entretanto similares ações ocorreram. Foi uma época remota, existem relatos a até no Antigo Testamento, é só colocar a luz que a verdade surge mais clara.

matheus12 disse...

pô isso é velho porque já existe gow 4 que é o ascension só para saber eu ja zerei o 1 2 3 e o 4.

Soturno disse...

Homero ficaria satisfeito com essa adaptacao.

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